Colesterol alto: sintomas, riscos e como baixar
O colesterol alto geralmente não causa sintomas — por isso só é descoberto em exame de sangue. Ele importa porque, com o tempo, o excesso de LDL (o “colesterol ruim”) se acumula nas artérias e aumenta o risco de infarto e AVC. O tratamento combina alimentação, atividade física e, quando necessário, medicação.
Muita gente descobre o colesterol alto por acaso, num exame de rotina. Como ele não dói nem incomoda, é fácil ignorar — e é justamente aí que mora o risco. Para saber os seus números e o que fazer com eles, agende uma consulta.
Colesterol alto tem sintoma?
Na grande maioria dos casos, não. O colesterol elevado é silencioso e só aparece em exame de sangue. Os “sintomas” costumam surgir tarde, na forma de suas complicações — como um infarto. Por isso o exame periódico é a única forma confiável de saber.
O que significam LDL, HDL e triglicérides?
- LDL — o “colesterol ruim”. Em excesso, se deposita nas artérias. Quanto mais baixo, melhor.
- HDL — o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso. Aqui, valores mais altos protegem.
- Triglicérides — outra gordura do sangue, ligada à alimentação e ao peso.
Os alvos ideais variam conforme o risco de cada pessoa — quem já teve infarto, por exemplo, precisa de um LDL bem mais baixo do que quem não tem fatores de risco.
Como baixar o colesterol
A base é o estilo de vida: reduzir gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados, aumentar fibras, praticar atividade física regular, parar de fumar e manter o peso saudável. Em muitos casos isso já faz grande diferença.
Quando o risco é maior ou o estilo de vida não basta, o cardiologista pode indicar medicação. A decisão é individual e leva em conta o conjunto de fatores de risco, não só o número isolado.